<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596</id><updated>2011-10-18T07:49:18.569-07:00</updated><category term='missing'/><category term='metade'/><category term='desafio'/><category term='ela'/><category term='Três'/><title type='text'>Saturação</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-6570002993336162928</id><published>2010-04-20T10:58:00.001-07:00</published><updated>2010-04-20T10:59:39.873-07:00</updated><title type='text'>tentativa e erro</title><content type='html'>Já tentei, mas não me acostumo. Não sei ser periódico, metódico e prestativo, não faz parte de mim comparecer, dizer um alô, mandar recado. Minhas saudades pertencem somente à mim e não preciso espalhar para o mundo que queimo por dentro, que arde o peito e que choro, escondido. Sou aquele que chamam de “sumido”. E sumo mesmo, apesar de estar sempre no mesmo lugar. Talvez seja isso. Esse quê de ser invisível, mesmo fora do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tentei, volto à te falar. Mas tudo que me prende me sufoca. Te contei? Eu gosto do vento, da brisa gelada coçando o nariz, dos cabelos poucos farfalhando e do silêncio do mundo. Os pássaros que cantam baixo, os grilos e cigarras com seus intermináveis luais, o vento dançando com as folhas que agora estão secas e até mesmo as lágrimas que algumas rosas choram, sempre que amanhece. E, sem faltar, claro, o barulho do mar. O som do conforto. De liberdade. Minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, entenda, o fato de tentar, não quer dizer que consegui. Sou um humano falho de mil maneiras e não tente me encaixar em estereótipos baratos, desses que se encontram em qualquer esquina. Te pertenço, pertenço à tantos outros e sinto saudades e choro, embora não admita isso em voz alta. Até meu choro vem em silêncio e se vai, sem que ninguém perceba. Mas eu sinto saudades. De ti, dele, das saudades poucas e de algumas outras moças, tão saudosas e insondáveis e tristes sem motivo e de choro quieto, como eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-6570002993336162928?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/6570002993336162928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2010/04/tentativa-e-erro.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/6570002993336162928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/6570002993336162928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2010/04/tentativa-e-erro.html' title='tentativa e erro'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-7895644688989990643</id><published>2010-01-18T14:36:00.000-08:00</published><updated>2010-01-18T14:38:55.368-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='metade'/><title type='text'>Ela</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para a &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://bonequinhadeseda.blogspot.com/"&gt;moça&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; que cala até os silêncios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre lhe soube, embora quisesse esquecê-la. Forjar uma inexistência, negar uma aparência e viver de fingimento forçado. Talvez tenha sido apenas fruto do ciúme, que me assolava sempre que ele tocava-lhe nome, melodioso, doce, suave. Sempre, sem falhas, o nome vinha ao vento, seja por sussurros despercebidos ou por necessidade de se fazer história, de se fazer presente. De fazê-la presente, de torná-la eterna. Nunca gostei dessa carícia com as palavras sempre que o nome dela estava no meio, desejei que ela não existisse para ele ou, talvez, ao fundo, sem me dar conta, desejava que ela fosse para mim o que era para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo é aliado, depois de ser vilão. Tal como a saudade pulsando em dois corações que sagram. E era assim, um escorrer de sangue pelo peito, uma agonia que não sarava nunca e um desespero crescente, fraco, paciente. As lágrimas nunca seriam capazes de sair sozinhas, mas ela estava ali, pronta para agir assim que eu permitisse — ela sempre esteve ali, para mim, eu quem não abria espaço para isso. Eu quem não a queria por perto. E, mal sabia, necessitava dela, tanto quanto ela necessitava de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras vieram doces e amargas. Agridoces. Uma saudade que era só minha, descritas perfeitas e suaves em palavras desconhecidas. A moça que grita, calando com o silêncio calou meu sentimento e transbordou toda a tristeza reprimida, toda a agonia esquecida. E me permiti sê-la. Respirá-la, tal como ele fazia. E vi que não era difícil lhe devotar amor, lhe devotar compaixão e lhe dar um ombro, ainda que distante, para que as lágrimas escorressem amargas, trazendo saudade à boca e aliviando o pulsar de dois corações que dançam valsa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-7895644688989990643?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/7895644688989990643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2010/01/ela.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/7895644688989990643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/7895644688989990643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2010/01/ela.html' title='Ela'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-2325085364649510238</id><published>2009-12-17T02:23:00.000-08:00</published><updated>2009-12-17T02:36:28.360-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Três'/><title type='text'>Três.</title><content type='html'>&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Na companhia da doce &lt;a href="http://pe-da-cos.blogspot.com/2009/12/tres-personagens-tres-escritores-tres.html"&gt;Mel&lt;/a&gt; e da encantada &lt;a href="http://bonequinhadeseda.blogspot.com/2009/12/tres.html"&gt;Fê&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhava na praia, prestando atenção nas casas. Fascinava-me as cores e proporções que aquelas casas à beira mar possuíam, dignas de revistas de Arquitetura. Uma pequena realeza, numa praia pacata, de areia branca e ondas não tão amistosas. Tudo me convidava, inclusive a penúltima casa, não tão grandiosa, mas, ainda sim, bonita de muitas maneiras. E eles estavam lá. O casal de três pessoas. O homem com suas duas mulheres, deitados numa rede, balançando-se a brisa do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles eram estranhos, confessos. Não entendia como era possível três pessoas que se amam viverem juntas. Elas o amavam, idolatravam. Ele parecia ser o amor da vida de cada uma delas e ele, entretanto, amava as duas. Igualmente! Isso era visível pelo brilho que emanava do olhar, sempre que olhava, seja para uma ou para outra. Doce. E não parecia haver atrito, ciúmes, competição. Se ele queria as duas, elas eram boas demais para deixar que ele fosse feliz. Um amor desses, não cabe descrição. Não cabe emoção. Senti inveja, não dele, por ter duas mulheres bonitas, mas deles, por viverem um amor tão impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena, Caio e Lúcia eram seus nomes, e esses nomes soavam como um só ditos na frase, tal era a ligação entre os três. Pertenciam-se, fato. Ouvia-se dizer que Helena e Lúcia mudaram-se a fim de dar início a um pequeno empreendimento, eram artistas plásticas e escolheram aquela praia por causa da movimentação de turistas, mesmo fora da época de férias. Há três verões Helena estava em um posto de gasolina, quando voltava da loja de conveniência avistou-o. Ele com sorriso largo e claro pediu-lhe um cigarro, mal conseguia encontrar o maço dentro da sua bolsa imensa, mas não somente por isso, o sorriso havia deixado-a enervada. Estendido o maço em sua direção Caio com um sinal negativo disse: - &lt;em&gt;Não fumo, bonita. Apenas tática para uma aproximação&lt;/em&gt;. – E sorriu. Helena derreteu-se daí então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helena apaixonou-se por Caio na primeira troca de olhar. E prometera parar de fumar, devota como era ao amado. Um dia, ela marcou jantar em sua casa, que dividia com Lúcia, e apresentou Lúcia à Caio. No instante que Caio trocou olhar com Lúcia, seu coração dividiu-se em dois pedaços iguais. Metade ele deu para Helena e a outra metade, para Lúcia. Caio foi um homem dividido ao meio, amando louca e igualmente duas mulheres prestes à entrar em pé de guerra. Quando viu a amizade que ruía, Caio se postou entre as duas e falou, com emoção: &lt;em&gt;Eu não posso me por entre as duas e nem quero que briguem por culpa minha. A vida me traiu e dividiu meu coração, dando metade para cada uma de vocês. Não posso sobreviver só com metade minha...&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-2325085364649510238?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/2325085364649510238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/tres.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/2325085364649510238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/2325085364649510238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/tres.html' title='Três.'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-9020508830081118176</id><published>2009-12-16T03:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-17T02:51:33.332-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desafio'/><title type='text'>Beije-me.</title><content type='html'>Sentei-me sobre o verde, com tua doce companhia. O sol estava a se pôr, em algum ponto do céu, pincelando minhas cores no teu céu que logo seria escuridão. Tu me embalavas, tal como o vento, e ficamos em silêncio muito tempo, até que quis segurar tua mão. Fechei os olhos, para te sentir dentro – e não fora – de mim. Bela, de tranças grosas, sorrindo-me despreocupada e fazendo caretas e palhaçadas debaixo daquele teu chapéu de flor que eu sempre considerei ridículo, mas que te cabia bem. Acentuava a cor de teus olhos quase verdes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teu beijo sempre me foi doce e eu te beijava incansavelmente. Era como se nascêssemos para isso, para manter os lábios em uma dança frenética, compulsiva e impulsiva. Fluía, tão natural quanto o piscar de olhos – desaprendido pela freqüência de manter os olhos fechado. Os olhos fechados. Os teus, tais como os meus. Um lágrima cintilou em minha pele e eu permiti que ela escorresse, tu ririas de mim e me beijarias suave, secando minha tristeza com a boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grama verde me fazia cócegas. O crepúsculo acabara, a lua brilhava alta no teu céu. Só o vento ainda não era incomodo, ao contrário, super confortador. Meus olhos permaneciam fechados e a lágrima estava perto da boca. Já podia sentir seu gosto amargo e ansiava pelo beijo que a secaria. O vento soprou mais forte, uma última vez. Beijastes-me uma última vez. E depois, fez silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abri os olhos e encarei. Entre verdes folhas, faixas de coroas. O cemitério estava escuro, nesse início de noite de lua tímida. A lágrima chegou derradeira e, surpresa, não era amarga como temia. Tinha gosto do teu beijo. De todos os que demos, juntos e misturados em uma só gota de orvalho que caiu por meu queixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;br /&gt;• Leia tambêm: &lt;a href="http://viveirodeversos.blogspot.com/2009/12/beije-me.html"&gt;Alan&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://agravodeinstrumento.blogspot.com/2009/12/kiss-me.html"&gt;Andrey&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://caminhosdecamila.blogspot.com/2009/12/beije-me.html"&gt;Camila&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://cotidiano-ponto-com.blogspot.com/2009/12/beije-me.html"&gt;Carla&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://omundoparanoico.blogspot.com/2009/12/kiss-me.html"&gt;Charlie&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;a href="http://bonequinhadeseda.blogspot.com/2009/12/beije-me.html"&gt;Fê&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://certoquerer.blogspot.com/2009/12/kiss-me.html"&gt;Fernanda&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://luciana-lux.blogspot.com/2009/12/me-beije.html"&gt;Lu&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://dezessetepoucosanos.blogspot.com/2009/12/kiss-me.html"&gt;Natália&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://meninarrea.blogspot.com/2009/12/beije-me.html"&gt;Raquel&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://pe-da-cos.blogspot.com/2009/12/beije-me.html"&gt;Pâm&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://tiagofagner.blogspot.com/2009/12/kiss-me-uatha.html"&gt;Tiago&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-9020508830081118176?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/9020508830081118176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/beije-me.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/9020508830081118176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/9020508830081118176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/beije-me.html' title='Beije-me.'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-7809558421123725351</id><published>2009-12-15T02:58:00.000-08:00</published><updated>2009-12-15T03:01:34.899-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ela'/><title type='text'>Poesia noturna</title><content type='html'>Estendi a noite em doses de uísque com energético e gelo. Tu preferiu duas doses de tequila — nunca iria me acostumar com sua preferência por bebidas fortes. Admirava-te atônito, os mesmos jeitos, mesmíssimas manias. O cabelo sempre em contato com a mão, os olhos dançando ao piscar e o sorriso impresso, tatuagem de sempre. Conversamos sobre a vida, sobre esportes e sobre a tua imensa vontade de morar no litoral, tal como eu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Essa cidade me dá náuseas, Du. Vivi por vinte e dois anos aqui, esbarrando sempre nas mesmas pessoas e já vi que não dará certo. Eu destôo. É fato. — E me sorrias, angelicamente má. Malícia. Eu te sorria igual, nunca perdendo o contato com os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As luzes brilhavam nos teus cabelos negros, refletindo em teu rosto de mil maneiras. Tu te transformavas. De bonita à bela e depois à lindíssima — e não, não era pelo fato das doses aumentarem em meu organismo. Impulsivo, te abracei pela cintura, puxando-te para perto e trocamos um beijo de parar o mundo, de calar todo sentimento que grita e fazer gritar todas as vontades presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partimos. Uma última dose cada e partimos, entre beijos e tropeços. Uma luz néon piscava ao longe e decidi ser pra lá te levar. Você não objetou, não comentou, apenas sorria, com estrelas nos olhos. Eu te tirei do carro e te fiz minha. Três vezes em uma só noite, tu me fostes. Adorável. Encantada. Amanhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu pediu para te deixar em casa, apenas para vestir-se e depois, para te deixar no trabalho. Se eras belas, tornasses puro encantamento. Não há palavras para te descrever naquela manhã que foi nossa. Roubastes meu coração — de novo — e depois o botasses no lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;— Pode ficar com ele, Du. Eu não o quero. Aprendi a pulsar sozinha e você precisa dele para pulsar também. — Deste-me um beijo na testa e saístes, sem olhar para trás.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-7809558421123725351?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/7809558421123725351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/poesia-noturna.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/7809558421123725351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/7809558421123725351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/poesia-noturna.html' title='Poesia noturna'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-7332742886512810206</id><published>2009-12-14T04:04:00.000-08:00</published><updated>2009-12-14T04:06:15.383-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ela'/><title type='text'>mudanças.</title><content type='html'>Passava da meia noite e eu não sentia qualquer sono. Ainda não me acostumara com a diferença de fuso horário e o calor do interior me irritava. Sentia falta da praia, da brisa gelada proveniente das montanhas glaciais e de todo o paisagismo belo da junção desses dois. Praia e neve, uma perfeita união. Minha cabeça estava vaga e isso me dava espaço para pensar. Eu não gosto de pensar. O pensar me trás sensações estranhas de saudade e lágrimas no olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí fugido de casa, em direção a nenhum lugar. Estacionei o carro perto de boates e me pus a caminhar. A cidade no Natal brilha feito estrelas, multicolorida de vermelho e verde. Senti-me em casa, pela primeira vez. Não observei o caminho que tracejava e olhava a lua. O ar quente ardia em meus pulmões e a umidade grudava-se em cada milímetro de meu corpo. Detestei aquilo. Sentei próximo de um flamboyant, observando. Desde que o mundo ficou vazio é só isso que sei fazer melhor: observar. E eu não gostava do que via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade o lembrava. Meu reflexo o lembrava. E as lembranças nem sempre são agradáveis, gostosas de se ter. A nostalgia pode destruir você, inteiramente. Numa tacada só, numa porrada só. Ignorando toda minha cautela, pela primeira vez chorei em local público. As lágrimas eram amargas, quentes e aliviam. Prazer tosco esse, de doer para desfazer a dor. Senti o banco remexer ao meu lado, mas não olhei para ver. Fechei os olhos apenas, imaginando. O fruto de minha imaginação jamais seria capaz de imaginar aquilo. Embora não fosse o que queria, em partes, era melhor do que podia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Oi – disse uma voz melodiosa, doce como vento. – Você parece triste, moço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A voz da moça tirou de meu devaneio e eu a olhei. Ela era linda, de cabelos negros até a cintura, lisos e grossos. Os cílios dançavam com seu olhar castanho e as bochechas eram rubras, envergonhadas. Sorri-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A vida é triste, menina. Nem tudo acontece como queremos e, as vezes, é tarde demais para se arrepender. A palavra que nunca mais será dita, o perdão que não será dado e o sentimento eterno de culpa que corrói, rói, rói...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Besteira tua, rapaz. Ninguém pode sentir rancor para sempre, de alguém de sorriso tão lindo e lágrimas tão sinceras. Esvai-se, no instante feito. Não há com que se preocupar, a vida ainda continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximou-se e selou minha agonia com um beijo. Por ela eu seria capaz de respirar a umidade, de acostumar-me com o fuso horário, suportar o calor e viver longe do mar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-7332742886512810206?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/7332742886512810206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/mudancas.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/7332742886512810206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/7332742886512810206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/mudancas.html' title='mudanças.'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3966860622602927596.post-5260418800209488607</id><published>2009-12-11T08:54:00.001-08:00</published><updated>2009-12-14T04:06:34.656-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='missing'/><title type='text'>Here I go</title><content type='html'>&lt;span id="result_box" class="short_text"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);" title="saturado" onmouseover="this.style.backgroundColor='#ebeff9'" onmouseout="this.style.backgroundColor='#fff'"&gt;Perdi a prática, mas não a vontade. As palavras chegam azedas, ásperas, deixando-me com gosto de não-vida na boca, de tristeza, de nostalgia. Isso de querer mudar o mundo e não ter como, não ser capaz. Sim, mano, sou capaz de muitas coisas, minhas mãos sabem como mudar a direção, mas não sabem como fazer para te trazer de volta. E, desculpa a sinceridade, mas não quero ir ao teu encontro, sentar-me do teu lado e observar. Não sou de ver, sou de fazer. E tu, mais que ninguém sabe disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu sempre fostes mais família. Eu sempre fui mais vida. Agora te tenho, morando em mim, vivendo através de mim. E, quer saber? Eu nem ligo. Sempre vivi por nós dois e agora faço de bom grado. Não ligo se não somos parecidos, como todos os gêmeos tem que ser. Até nisso quebramos estereótipos, brother. Mas te sinto, apesar de não ter essa baboseira de sermos um só. Nunca fomos, até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pieguice demais. E isso soa estranho pra mim, depois de tanto tempo sem escrever, sem te falar. Mas é que sinto saudades. Das letras. Da vida. Tua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3966860622602927596-5260418800209488607?l=dumonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dumonteiro.blogspot.com/feeds/5260418800209488607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/here-i-go.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/5260418800209488607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3966860622602927596/posts/default/5260418800209488607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dumonteiro.blogspot.com/2009/12/here-i-go.html' title='Here I go'/><author><name>Du Monteiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14954063425754546491</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_3htC81zt7bc/SyZP49ZUDMI/AAAAAAAAABM/YCC5YKa3zys/S220/perfil.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
